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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

News: Biografia de Johnny Depp sai no Brasil

A Prumo lança a biografia de Johnny Depp, em que o escritor Niegel Goodall relata vários momentos da vida do ator, ressaltando quais foram os aspectos determinantes para que ele se tornasse um dos artistas mais conhecidos de Hollywood.

O mundo secreto de Johnny Depp (312 pp., R$ 44,90 - Trad. Vera Caputo), relata a infância do astro com seu avô, que era um índio Cherokee puro-sangue, as várias mudanças de casas feita pelos seus pais, os conflitos familiares, os relacionamentos amorosos tempestuosos, a carreira paralela de Depp como músico de Rock e suas aclamadas interpretações de papeis não convencionais.

A obra apresenta também a filmografia completa do ator e um caderno com várias fotos. Goodall, que tem mais de 20 títulos publicados, é considerado um dos principais biógrafos  de celebridades do Reino Unido

Johnny Depp e Eva Green aparecem em nova foto de Dark Shadows

Warner divulgou uma nova imagem do longa “Dark Shadows“, projeto idealizado e dirigido por Tim Burton (“Alice No País das Maravilhas”). O filme é baseado na série de televisão homônima da década de 60 e tem como protagonista o vampiro Barnabás, vivido pelo ator Johnny Depp (“Diário de um Jornalista Bêbado”), figurinha carimbada nos filmes do diretor. Na imagem de divulgação podemos ver o protagonista contracenando com a atriz Eva Green (da cancelada série “Camelot“), intérprete da personagem Angélique Bouchard, bruxa que tem uma relação de amor e ódio com Barnabás e que o transforma em vampiro. Veja:



“Dark Shadows” conta a história de Barnabas Collins (Depp), vampiro amaldiçoado por uma bruxa que permanece anos adormecido e é surpreendido com uma nova realidade quando acorda. Collins passa a conhecer os remanescentes de sua estranha família em uma história que une diversos elementos fantásticos como bruxas, vampiros e fantasmas. O filme marca a oitava colaboração cinematográfica entre Depp e Burton.
O elenco é formado por Johnny Depp, Eva Green, Jackie Earle Haley (“A Hora do Pesadelo”), Bella Heathcote (da série “Neighbours”), Michelle Pfeiffer (“Chéri”), Thomas McDonell (“O Reino Proibido”), Helena Bonham Carter (“O Discurso do Rei”) e Jonny Lee Miller (“Caçadores de Mentes”). O roteiro é de Dan Curtis (“A Mansão Macabra”) e Seth Grahame-Shith (da série “The Hard Times of RJ Berger”).
A estreia nos EUA está prevista para 11 de maio, sem nenhuma data anunciada para o Brasil.


Cada um tem a Gêmea que Merece: mais um fiasco estrelado por Adam Sandler

Como se não bastasse um, comédia traz o ator em dose dupla e ainda acrescenta Al Pacino nesta mistura de extremo mau gosto que, mais uma vez, conta com a direção limitada de Dennis Dugan.

Se Hollywood já viu Robert De Niro e Martin Scorsese realizarem obras-primas juntos e acompanha, eventualmente, Tim Burton e Johnny Depp fazerem bons filmes, é forçada também a se dar conta de que está em curso uma das piores parcerias entre diretores e atores de sua existência. Foi ainda em 1996, com “Um Maluco no Golfe”, que Adam Sandler e Dennis Dugan trabalharam lado a lado nos cinemas pela primeira vez. “O Paizão” veio três anos mais tarde. Mas foi nos últimos cinco anos que a parceria, infelizmente, se tornou mais produtiva, dando vida a comédias medonhas, como “Eu os Declaro Marido e…Larry”, “Zohan – O Agente Bom de Corte” e este “Cada um tem a Gêmea que Merece”.
Seguindo a linha de mau gosto extremo, o filme, como se não bastasse um, traz dois Adam Sandlers. E como se não bastasse vê-lo atuando, o longa conta com o seu texto, como é de praxe nas produções em que estrela. Desta vez, ele interpreta os irmãos Jack e Jill Sadelstein. O primeiro é um bem sucedido profissional do ramo da publicidade, enquanto a segunda é uma bizarra e desocupada mulher de meia-idade que decide, como já é tradição, visitar o irmão gêmeo. O que seria uma atrapalhada, mas curta, visita de quatro dias, no entanto, vai se alongando, fazendo com que Jill consiga aprontar ainda mais aos olhos do envergonhado Jack.
E à medida que essa viagem parece não ter fim (apesar dos 91 minutos de projeção), a vergonha passa a ser um sentimento também compartilhado pelo público. Nunca preocupado em contar uma trama plausível, de qualquer sentido, o roteiro, que também é escrito por Steve Koren (“Click”), busca situações cômicas aonde seja possível. As piores delas, claro, são protagonizadas por Jill, um personagem que nunca desperta empatia exatamente por soar estridente, chata e inconveniente. Na verdade, está mais para um desenho animado de carne, osso e enchimento do que para um verdadeiro personagem live-action.
O roteiro não a poupa, em nenhum momento, de atitudes e composições bizarras, transformando-a quase em um monstro que, por acaso, nasceu mulher, a qual transpira como um porco e pesa como um elefante. A situação seria menos intragável se o filme não se levasse a sério, embarcando nas brincadeiras que se propõe exibir. Mas o roteiro ainda se preocupa em dar lições de moral, em tentar contar uma história sobre a importância da família, quando jamais se dedica a realmente entender a discórdia entre os irmãos. Na verdade, não há muito que se entender. Qualquer pessoa minimamente sã seria eternamente embaraçado se tivesse um parente como Jill.
script ainda trata de criar uma mal contada questão de interesses que está mais para um falso motivo para explicar a presença de Al Pacino. Sim, Al Pacino está no elenco do longa. E não se trata de uma participação especial, como a de Johnny Depp (sim, Johnny Depp!), mas de um personagem de certa importância para a trama. Mas é tudo tão ruim que a impressão é de que sua participação teria sido acordada depois de um encontro casual com Sandler quando o roteiro já estava fechado. Além de se permitir fazer às vezes de par preterido da gêmea Sadelstein (como se não fosse suficiente), o celebrado ator ainda faz inúmeras menções a sua própria carreira, chegando ao ponto de repetir trechos de falas de “O Poderoso Chefão”.
A comicidade também vacila, dentre outras escolhas horrorosas, ao incluir piadas preconceituosas sobre latinos, não cansar de explorar o escatológico e definir seus personagens coadjuvantes por meio de atos específicos, no mínimo, estranhos. Logo, temos de nos deparar com o filho de Jack, Gary (Rohan Chand), passeando pelos cenários com objetos ou bichos colados ao seu corpo por fita tape, enquanto sua outra filha, Sofia (Elodie Tougne), se veste igual a suas bonecas. Mas o pior é ver Jill exibir sua falta de talento para distinguir e identificar filmes.
Ao diretor Dennis Dugan cabe registrar todo essa exibição vergonhosa de mau gosto com sua habitual falta de ritmo e senso cômico, que se torna ainda pior no ato final, quando Adam Sandler deixa explícito que pouco se esforçou para compor Jill. Aparentemente empenhado em virar uma espécie de Eddie Murphy, o ator norte-americano entrega mais um trabalho desprezível que merece ser ignorado pelo público, para que outras torturas advindas dessa parceria não vinguem.


CLIPE DOS BASTIDORES DE “THE RUM DIARY”

 O site MOVIEWEB publicou hoje um vídeo dos bastidores do filme” The Rum Diary”, mostrando um pouco do trabalho do seu diretor, Bruce Robinson. O clipe faz parte dos extras do DVD e do Blu-ray do filme, que serão lançados nos EUA no dia 14 de fevereiro. Ainda não há data confirmada para a estréia no Brasil


IMAGEM DE JOHNNY COMO BARNABAS COLLINS PROMOVE EXPOSIÇÃO SOBRE TIM BURTON NA FRANÇA

Uma nova imagem de Johnny Depp como o personagem Barnabas Collins no filme “Dark Shadows” é um dos cartazes promocionais da mostra sobre Tim Burton, a Tim Burton -  L’exposition, que acontecerá na Cinemateca de Paris de março a agosto de 2012.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Johnny Depp (também) vai levar ao cinema a história dos "West Memphis Three"

O ator Johnny Depp e a sua produtora, a Infinitum Nihil, acabam de adquirir os direitos de adaptação ao cinema de um livro de memórias de Damien Echols, um dos três homens, conhecidos como os West Menphis Three, que foram condenados pelo assassinato de três crianças, supostamente por motivos satânicos.

O trio, entretanto libertado pelo tribunal, foi detido em 1993, quando todos ainda eram adolescentes. As provas nunca convenceram ninguém e Hollywood ligou muito ao caso. E se Johnny Depp, Eddie Vedder e Henry Rollins falaram muito da situação publicamente, Peter Jackson e Fran Walsh financiaram mesmo a defesa dos acusados. Em 2007 ficou provado que no local dos crimes não existia quaisquer indicadores de DNA que ligassem os três homens às mortes. Para além disso, foi ainda revelado que pode ter estado uma quarta pessoa no local e que os corpos mutilados das crianças podiam ser resultado da vida selvagem nos terrenos onde foram encontradas. Novas testemunhas apontam agora o crime na direção do padrasto das vítimas.

Vale a pena dizer que já foram executados três documentários da HBO sobre o assunto um deles nomeado na categoria de Melhor Documentário aos Óscares (Paradise Lost 3: Purgatory). Em termos de ficção, existe já um outro projeto em andamento (Devil's Knot) sobre todo o processo. Com a realização Atom Egoyan, esse filme contará com presença no elenco de Colin Firth (O Discurso do Rei.)

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Reese Witherspoon já foi apaixonada por Johnny Depp


A atriz colecionava recortes do ator, e fotos na parede do quarto


Reese Witherspoon revelou que um de seus amores durante a juventude foi Johnny Depp. A atriz disse que o ator foi a primeira celebridade por quem sentiu-se apaixonada no passado.
 
Reese confessou que estava tão fascinada por Depp, que colecionava tudo relacionado a ele, inclusive recortes e imagens de revistas.
 
"Me senti flechada por ele. Eu recortava suas fotos de revistas como Teen Beat, e colava na parede do meu quarto", recorda.
 
Ao ser questionada sobre se o ator já soube disso, Witherspoon comentou: "Não acho. E não acho que isso o perturbe, com certeza ele já escutou algo assim várias vezes", comentou a atriz.